O New York Times publicou uma entrevista com o professor Daniel Gilbert, de Harvard, psicólogo social conhecido na universidade como "Professor Felicidade". Gilbert, de 50 anos, é pesquisador e dirige um laboratório que estuda a natureza da felicidade humana.
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quinta-feira, 24 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
"Confiar vem do latim con fides, com fé"
Sugestão de leitura: a reportagem "De braços abertos", de Liane Alves, publicado pela revista Vida Simples. O destaque do editor: "O que nos impede de nos atirarmos com confiança e alegria para as experiências do mundo? Por que temos tanto medo de nos entregarmos num relacionamento? E, mais que tudo, será que dá para mudar esse nosso eterno pé atrás com a vida?"
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Doutor Ecstasy
Esta aqui eu achei no meu baú, mas sempre vale a pena relembrar matérias boas. Foi publicada originalmente em 2005, pela revista dominical do New York Times. É um longo perfil de Alexander Shulgin (foto), na época com 79 anos, chamado de "Dr. Ecstasy" pelo jornal. Shulgin sempre trabalhou com psicofarmacologia; pelas contas dele, a reportagem informa, criou cerca de 200 compostos psicodélicos, entre eles estimulantes, afrodisíacos, drogas que alteram a percepção do tempo, etc, um "verdadeiro léxico de experiências táteis e emocionais". Em 1976, Shulgin "pescou uma obscura substância química chamada MDMA das profundezas da literatura química e a introduziu no mundo, onde ficou conhecida como Ecstasy." Leia aqui.
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terça-feira, 1 de abril de 2008
1º de abril
O New York Times diz hoje que as pegadinhas de "primeiro de abril" são saudáveis. "Yet practical jokes are far more commonly an effort to bring a person into a group, anthropologists have found — an integral part of rituals around the world intended to temper success with humility. And recent research suggests that the experience of being duped can stir self-reflection in a way few other experiences can, functioning as a check on arrogance or obliviousness." Por falar em pegadinhas, olha a notícia que aparece hoje na sala de imprensa do Google: "Google and Virgin announce Mars expedition and colony."
quinta-feira, 27 de março de 2008
Os bipolares
Este ensaio publicado na edição de abril da Prospect pode interessar a muita gente: "Bipolar Nation". O destaque do editor foi o seguinte: "A big shift in our understanding of mood disorders is under way, with many depressed people now being reclassified as bipolar. But is trading antidepressant drugs for mood stabilisers a sign of progress, or just the latest diagnostic fad?"
quinta-feira, 20 de março de 2008
"Fidelidade é uma fantasia"
Virou o assunto dos americanos: David P. Barash, o biólogo e professor de psicologia que escreveu o artigo postado aqui ontem, virou personagem de uma matéria do New York Times sobre monogamia: "In Most Species, Faithfulness Is a Fantasy". Ainda sobre esse tema, vale ler o artigo "O moralizador", de Contardo Calligaris, publicado na Folha de S.Paulo de hoje.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Psicanálise para quem trabalha com mídia
A Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo montou um curso de psicanálise voltado para profissionais de mídia. Segundo e-mail que recebi, oferecerá àqueles que trabalham com a opinião pública uma compreensão básica dos conceitos da psicanálise, "a fim de que possam utilizá-los como recursos na abordagem dos fatos, situações e questões que se referem tanto à questões da vida dos indivíduos como no campo social." Diz o texto distribuído por eles: "Os profissionais da área de mídia exercem grande influência sobre leitores, telespectadores, ouvintes e internautas, isto é, sobre a maior parte da população, sendo responsáveis pela escolha e/ou divulgação de notícias e aprofundamento sobre acontecimentos nas mais diferentes áreas. Devido à importante função social desses formadores de opinião, o conhecimento da Psicanálise pode contribuir para a compreensão do humano em todas as suas manifestações, sejam singulares ou coletivas."O conteúdo do curso é o seguinte: Nascimento da Psicanálise; Noções do desenvolvimento do pensamento psicanalítico desde Freud; Noções de outras teorias e técnicas psicológicas em suas diferenças e aproximações com a Psicanálise; Diferença entre Psiquiatria, Psicologia e Psicanálise; Conseqüências das teorias na cultura contemporânea. O curso, que custa R$ 240, começa no dia 4 de abril e vai até o dia 6 de junho, sempre às sextas-feiras. Informações pelo telefone 11 2125-3777.
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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
O poder da expectativa
Muito bom este texto publicado pelo Boston Globe. Relata o seguinte: cientistas da universidade de Stanford publicaram um estudo há pouco que mostra a relação das pessoas com suas expectativas. Eles deram para o grupo envolvido na experiência vinhos da uva cabernet sauvignon de vários preços, começando com 5 dólares e indo até 90. Os participantes achavam que todos os vinhos eram diferentes, mas os cientistas estavam oferecendo o mesmo vinho a preços variados. O resultado da degustação? Os vinhos "caros" foram melhor avaliados, mesmo sendo exatamente iguais aos baratos.
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terça-feira, 9 de outubro de 2007
Procurando a felicidade?
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
"Você gosta de você?"
Uma sugestão de leitura: a matéria da revista Vida Simples sobre auto-estima. "Aprenda a usar a força da verdadeira auto-estima e a distingui-la do narcisismo exagerado de nossos dias". Boa pauta.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
A questão da autoridade
Muito bom o artigo de Mark Edmundson sobre Freud, publicado no New York Times. Valeria traduzir. Edmundson é o autor de “The Death of Sigmund Freud: The Legacy of His Last Days”. O texto começa assim: "Sigmund Freud died 68 years ago today, and it remains uncertain whether he is what W. H. Auden called him, “a whole climate of opinion / Under whom we conduct our differing lives,” or whether he is completely passé. It’s still not clear whether Freud was the genius of the 20th century, a comprehensive absurdity or something in between."
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Uma ótima pergunta
"Is There Anything Good About Men?" é o título do discurso que o psicólogo Roy Baumeister fez na abertura da convenção anual da American Psychological Association. É um olhar bastante provocador sobre as diferenças entre os sexos e suas motivações. Recomendo uma entrevista com Baumaister, que leciona na Florida State University. Aqui dá para ler a íntegra e pegar os contatos dele. Vale a pena gastar um tempinho. Um trecho: "For women throughout history (and prehistory), the odds of reproducing have been pretty good. Later in this talk we will ponder things like, why was it so rare for a hundred women to get together and build a ship and sail off to explore unknown regions, whereas men have fairly regularly done such things? But taking chances like that would be stupid, from the perspective of a biological organism seeking to reproduce. They might drown or be killed by savages or catch a disease. For women, the optimal thing to do is go along with the crowd, be nice, play it safe. The odds are good that men will come along and offer sex and you’ll be able to have babies. All that matters is choosing the best offer."
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
As escolhas dos homens e das mulheres
Ótima esta matéria da Economist ("Blatant benevolence and conspicuous consumption"). Valeria traduzir e publicar por aqui. Deixo aqui o lead: 'Geoffrey Miller is a man with a theory that, if true, will change the way people think about themselves. His idea is that the human brain is the anthropoid equivalent of the peacock's tail. In other words, it is an organ designed to attract the opposite sex. Of course, brains have many other functions, and the human brain shares those with the brains of other animals. But Dr Miller, who works at the University of New Mexico, thinks that mental processes which are uniquely human, such as language and the ability to make complicated artefacts, evolved originally for sexual display". Sugestão do Pedro Zemel, de São Paulo.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
A história do cérebro
"Brain Story", uma série exibida pela BBC sobre psicologia e neurociência, está disponível para download aqui. É realmente muito boa. "It is a six part series covering virtually every area of contemporary neuropsychology, including the major researchers, discoveries, techniques and even many of the patients who have been the subjects of classic case studies that have helped us understand the curious effects of brain injury."
terça-feira, 31 de julho de 2007
237 razões para o sexo
Por que você fez sexo? Cyndy Meston e David Buss, pesquisadores da Universidade do Texas, fizeram essa pergunta para cerca de 2000 mil pessoas e publicaram o trabalho na edição de agosto da Archives of Sexual Behavior. Eles chegaram ao seguinte resultado: uma lista de 237 razões - que vão de "Eu queria me sentir mais próximo de Deus" (ah, sei...) até "Eu estava bêbado" (epa!). A dupla daria uma bela entrevista. O resultado seria diferente no Brasil? Quais as peculiaridades da nossa cultura? Um trecho da matéria que saiu na edição de hoje do New York Times: "Others said they did it to “help me fall asleep,” “make my partner feel powerful,” “burn calories,” “return a favor,” “keep warm,” “hurt an enemy” or “change the topic of conversation.” The lamest may have been, “It seemed like good exercise,” although there is also this: “Someone dared me.” Dr. Buss has studied mating strategies around the world — he’s the oft-cited author of “The Evolution of Desire” and other books — but even he did not expect to find such varied and Machiavellian reasons for sex. “I was truly astonished,” he said, “by this richness of sexual psychology.”" Uma ótima pauta, com certeza.
terça-feira, 24 de julho de 2007
Medo de avião
Uma matéria publicada no New York Times de hoje sobre "aviophobia" (medo de voar de avião) e terapias usadas no tratamento do problema pode inspirar outras pautas sobre o tema. Vale dar uma olhada.
Deixem as crianças em paz
O antropólogo americano David Lancy, professor da Utah State University, daria uma boa entrevista. Para ele, a idéia de que os adultos precisam brincar com os filhos é uma invenção do mundo contemporâneo. E a maioria da população do planeta parece concordar. Alguém poderia falar com Lancy e com alguns psicólogos sobre o tema. Dá um bom debate. O Boston Globe foi atrás: "American-style parent-child play is a distinct feature of wealthy developed countries - a recent byproduct of the pressure to get kids ready for the information-age economy, Lancy argues in a recent article in American Anthropologist, the field's flagship journal in the United States. 'Adults think it is silly to play with children' in most cultures, says Lancy. (...) Play is a cultural universal, he concedes, "but adults aren't part of the picture'".
domingo, 22 de julho de 2007
O melhor remédio
Um personagem interessante para uma entrevista: Robert Previne, professor de psicologia e neurociência na Universidade de Maryland e especialista em risadas há mais de uma década. É certamente um bom tema para tempos sombrios como os de hoje. E dá leitura. A revista Discover fez uma matéria com ele. Veja um trecho: "As his research progressed, Provine began to suspect that laughter was in fact about something else—not humor or gags or incongruity but our social interactions. He found support for this assumption in a study that had already been conducted, one analyzing people’s laughing patterns in social and solitary contexts. “You’re 30 times more likely to laugh when you’re with other people than you are when you’re alone—if you don’t count simulated social environments like laugh tracks on television,” Provine says. Think how rarely you’ll laugh out loud at a funny passage in a book but how quick you’ll be to give a friendly laugh when greeting an old acquaintance".
terça-feira, 17 de julho de 2007
Melhor não contar nada pra ninguém
Meninas que falam muito a respeito de seus problemas com amigos podem desenvolver ansiedade e depressão, diz a pesquisadora Amanda Rose, da University of Missouri-Columbia. Bacana essa pauta. O "press-release" está aqui, dá uma olhada. Um trecho: “When girls co-ruminate, they’re spending such a high percentage of their time dwelling on problems and concerns that it probably makes them feel sad and more hopeless about the problems because those problems are in the forefront of their minds. Those are symptoms of depression,” Rose said. “In terms of anxiety, co-ruminating likely makes them feel more worried about the problems, including about their consequences.”
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